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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sinceramente

Odeio mais admitir do que sentir medo.
Odeio.

Hoje senti medo.
Medo pelo meu amigo, medo por mim, medo de perder o jogo, medo de perder ele, medo de perder o ano.

medo disso, medo daquilo.
Não quero mais sentir medo.

Tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo e não consigo aguentar tudo.
Brigas em casa, federal chegando, ciumes, problemas no colégio, polícia.
Tá tudo um INFERNO.
E a culpa disso tudo é minha.

E, como sempre, vou ter que guardar tudo isso, sozinha. Exatamente como deveria ser.
Nunca demonstrei as paradas, não faz sentido começar agora.
Dá vontade, mas a vida não é justa.





Vamos, carrasco, pode me levar agora.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Sobrevivendo na força

Aquela força que pros outros é mais fácil de arranjar, mas por ser mais difícil para mim, também é mais importante, mais bonita.
Por que parece que escrevemos melhor quando estamos tristes?
Conseguimos entender mais de alma, de mente, de vida.
Se soubéssemos realmente sobre tudo isso, nunca ficaríamos tristes.
AO menos tiro essa força de algo lá dentro de mim.
Não sei se é o que chamamos de Deus, não sei se sou eu mesmo, não sei se é espiritual, científico ou natural.
Só sei que me ajuda.

É o ato de ir dormir incrivelmente mal e acordar com o rosto erguido pensando em derrubar todos os obstáculos que essa vida cretina colocar na frente, e derrubar de tal forma que eles nunca mais se ergam.
Não importa se é boa, ou se não é, se seus métodos são bons, ou se não são, mas, oras, nunca fui -e nem pretendo ser- garota de se rebaixar e permitir que os problemas me dominem.
Escrevendo da forma mais poética que consigo:
Sou garota de enrabar os problemas, e estou bem assim, muito bem, obrigada.